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terça-feira, 25 de agosto de 2026

Nintendo Switch 2 terá novo pacote de Mario Kart World e outro de Switch Sports

O Nintendo Switch 2 terá dois novos pacotes lançados, inclusive no Brasil, um acompanhando o jogo Mario Kart World e outro com Nintendo Switch Sports Resort. Além de 3 meses de Nintendo Switch Online (individual) como bônus.

Nos EUA o pacote custará US$ 549,99 (em torno de R$ 2.831,56 antes dos impostos), enquanto no Brasil ainda não há preços ou data de lançamento confirmadas. Vale lembrar que a partir de 1º de setembro o Nintendo Switch 2 fica mais caro, de R$ 4.499,90 para R$ 4.599,90.

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Mario Kart World


Dispensando apresentações, Mario Kart World é o carro-chefe do console, literalmente, trazendo um mundo aberto para a franquia que dá ao jogador muito mais para fazer quando joga sozinho, além da tradicional diversão multiplayer quando está com amigos.

O mundo aberto tem muito para explorar e desafios e a forma como suas estradas se conectam abre as portas também para o novo modo Knockout Tour, uma corrida de resistência contra vários adversários por um longo percurso.

Nintendo Switch Sports Resort


Em 22 de outubro chega o jogo Nintendo Switch Sports Resort, uma espécie de releitura do clássico Wii Sports Resort com diversas atividades como boliche, ping-pong, golf, arco e flecha, vôlei, basquete, luta livre de dedão e mais.

O jogo utiliza extensivamente os controles de movimento Joy-Con 2 para reproduzir as ações do jogador diretamente para a tela como na época do Nintendo Wii, tornando a experiência simples para qualquer um começar a jogar.

Com informações de GoNintendo

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Dokimon Quest: conheça jogo estilo Pokémon que está grátis até dia 26


Lançado em 2024, Dokimon Quest é um jogo que brinca com a nostalgia de Pokémon Gold & Silver, a era do Game Boy Color. O jogo foi desenvolvido pelo estúdio Yanako RPGs e ocasionalmente fica gratuito em certos períodos. No momento ele está grátis até o dia 26 de agosto às 14h no horário de Brasília e depois de resgatado, fica na sua conta permanentemente.

Para resgatar o jogo gratuitamente basta clicar aqui para abrir a página do jogo no Steam, rolar um pouco para baixo além do preço normal e clicar em "Adicionar à conta" para resgatar o jogo em sua conta. Após o período gratuito ele ficará disponível por R$ 29,99.

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Como um jogo inspirado por Pokémon ele traz a mesma vibe com mais de 140 monstrinhos capturáveis pela região de Xelos, porém com uma história mais sombria que parece inspirada pelo clássico anime Neon Genesis Evangelion em que a maioria da humanidade foi destruída por um cometa.

Pokémon sempre precisou de uma história um pouco mais sombria e séria mesmo, mas não sei se esse é o caso, já que parece estar tentando um pouco demais. Vale dizer que a intenção desse jogo não é ser um Pokémon-killer, mais como um derivado inspirado.


A jogabilidade segue o mesmo estilo de exploração, porém com um mundo realmente aberto para explorar sem direcionamento (o que nem sempre é bom) e batalhas em turnos contra outras treinadores de Dokimon.

Há alguns detalhes legais como os Dokimon poderem evoluir no meio da batalha ou o fato que é possível lutar várias vezes com o mesmo treinador para ganhar mais XP. Obviamente ele tem também belos gráficos retrô no estilo do Game Boy Color, que são meio que a minha fraqueza

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Requisitos mínimos

  • Sistema operacional: Windows 10
  • Processador: Processador Dual Core
  • Memória RAM: 4 GB
  • Placa de vídeo: Basicamente qualquer uma
  • Armazenamento: 100MB de espaço disponível

Fields of Mistria: conheça novo jogo aconchegante de fazenda que é sucesso


Fields of Mistria é a mais nova sensação entre os games de conforto e simuladores de fazenda, lançado em 5 de agosto para PC na loja digital Steam. O jogo foi criado pelos novatos da produtora NPC Studio, um estúdio independente de Chicago, nos EUA, que conta com Claire Belton e Andrew Duff como codiretores, responsáveis por ninguém menos que o gatinho Pusheen que tantos conhecem.

Fields of Mistria está disponível para PC pelo Steam por R$ 44,49 e tem cara de jogo que sairá no Nintendo Switch no futuro, além de ser compatível com o Steam Deck. Por enquanto não há suporte a português ou outros idiomas além do inglês.

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Índice - Fields of Mistria

  • História
  • Jogabilidade
  • Requisitos mínimos
  • Perguntinhas da galera


História

O jogo se passa na cidade fictícia de Mistria, um local mágico que foi devastado por um terremoto e agora está em processo de recuperação, disposto a oferecer um lote de terra para qualquer um disposto a ajudar com a reconstrução da cidade. Obviamente, é aí que você entra.

Usuários podem criar seu próprio avatar fazendeiro e ajudar os habitantes a restaurar sua cidade para o paraíso que ela era anteriormente, com diversos personagens carismáticos. A arte lembra algo inspirado por animes clássicos como Sailor Moon e o jogo é, no geral, mais bonito e fofo que Stardew Valley.

Como é tradicional nesses jogos, alguns desses personagens são também opções de amizade e romance, desde que o jogador invista tempo o bastante para demonstrar seu interesse por eles. São 12 opções de romance e a versão completa 1.0 finalmente adicionou a opção mais pedida de poder se casar com eles.


Jogabilidade


Claro, como em um jogo de fazenda tradicional você pode plantar diversas verduras e plantas, criar animais, cozinhar diversos pratos e mais. Há elementos como cortar árvores, explorar minas, forjar itens e um sistema de magia. Porém, no início do jogo a magia não é tão presente, pois exige muito tempo de recarga.

Alguns pontos do jogo lembram mais Animal Crossing do que Stardew Valley, como a pescaria que é muito parecida e a possibilidade de capturar insetos e escavar fósseis para doá-los para um museu. O sistema de pescaria é muito mais prazeroso que o de Stardew Valley e ainda por cima é possível nadar na água.

Ao longo da sua jornada você ganha pontos que pode investir em várias habilidades que tornam a jogabilidade bastante interessante a longo prazo. Ajudar os personagens NPC com missões também garante que você suba o nível da cidade, o que por sua vez desbloqueia novas vantagens.



Requisitos mínimos

  • Sistema operacional: Windows 10
  • Processador: Intel Core2 Duo E6400 ou AMD Phenom X2 Dual-Core GP-7730
  • Memória RAM: 6 GB
  • Placa de vídeo: GeForce GTX 460 1GB ou AMD Radeon R7 240 1GB
  • DirectX: 11
  • Armazenamento: 2 GB de espaço disponível


Perguntinhas da galera

Fields of Mistria é uma cópia de Stardew Valley?
O jogo é claramente inspirado por Stardew Valley, mas não uma cópia direta, e assim como o próprio Stardew Valley, ele se inspirou em clássicos como Harvest Moon e Rune Factory.

Fields of Mistria vai ser lançado para consoles?
Nada está anunciado oficialmente por enquanto e a equipe afirma estar focada na versão para PC. Normalmente nesses casos normalmente uma versão para consoles pode sair em até um ano, com o Nintendo Switch sendo uma das plataformas preferidas para receber o jogo antecipadamente.

Fields of Mistria já foi lançado totalmente?
Sim, em 5 de agosto de 2026 foi lançada a versão completa 1.0 após 2 anos em acesso antecipado no Steam. No entanto, este tipo de jogo costuma continuar recebendo conteúdo ao longo da vida por atualizações gratuitas.

Fields of Mistria estará disponível para celulares?
Tanto consoles quanto celulares ainda não têm versões oficialmente anunciadas, mas essa costuma ser a trajetória de jogos de fazenda de sucesso Como Stardew Valley, que saiu no início de 2017 no PC, final de 2017 nos consoles e final de 2018 no iPhone. Pode ser possível jogá-lo com apps como GameNative e GameHub que permitem jogar jogos do Steam em dispositivos Android.

The Witcher 4 será lançado em 2028, mas detalhes estão longe

A CD Projekt Red divulgou um novo vídeo no qual um de seus CEOs, Michal Nowakowksi, confirma que The Witcher 4 será lançado em 2028, porém é um daqueles vídeos de anúncio do anúncio, em que qualquer novo detalhe sobre o jogo ainda está muito distante.

O mesmo não pode ser dito sobre The Witcher 3: Songs of the Past, sobre o qual ouviremos bastante em breve.

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Segundo Nowakowski, 500 pessoas do estúdio estão trabalhando no próximo jogo da saga que trará um mundo aberto imenso, combate cheio de ação e uma história de impacto, sendo o maior, mais ambicioso e mais ousado jogo do estúdio.

O foco do vídeo, no entanto, era para chamar os espectadores para verem novidades sobre a expansão The Witcher 3: Songs of the Past, desenvolvida em parceria com a Fool's Theory. Esta expansão desafia tudo que imaginamos atualmente sobre games, trazendo mais conteúdo para um título de 10 anos atrás.

Ela aparecerá durante a feira GamesCom 2026 na Alemanha nesta terça-feira, 25 de agosto, com lançamento previsto para 2027 no PlayStation 5 (PS5), Xbox Series X/S e PC pelo Steam, Epic Game Store e GOG (óbvio, é a loja deles).

The Witcher 4 terá Ciri como protagonista no lugar de Geralt e muitos já estão reclamando pela troca de um protagonista masculino por uma feminina, porém Ciri não se encaixaria nas acusações de ser uma "Mary Sue", um estereótipo de personagem feminina perfeita, pois tem ganhado seu espaço na franquia há muito tempo como uma personagem complexa.

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Perguntinhas da galera

Quando vai lançar o The Witcher 4?
Em 2028, ainda sem uma data definida, e ainda existem possibilidades de atraso. Antes não tínhamos qualquer noção de janela de lançamento, agora pelo menos temos um ano definido.

A 4a temporada de The Witcher foi um fracasso?
Sim, a série The Witcher na Netflix já vinha sofrendo com sua qualidade desde a 3ª temporada e a troca de ator para Geralt não ajudou. Enquanto as 1ª e 2ª temporadas têm médias ao redor de 8 no IMDb, a 3ª teve média abaixo de 6 e a quarta por volta de 4. A série irá se encerrar na 5ª temporada.

Quem será o protagonista de The Witcher 4?
A protagonista da vez será Ciri, a princesa de Cintra, filha adotiva de Geralt de Rivia e parte essencial da história de The Witcher 3: The Wild Hunt, quando foi perseguida pela caçada selvagem. Por enquanto tivemos apenas um trailer apresentando o jogo e a nova protagonista.

Porque Henry Cavill não será mais o The Witcher?
O ator que interpreta o bruxo Geralt de Rivia, Henry Cavill, afirmou que estava comprometido com outros projetos, porém é sabido que ele se desentendeu com a produção da série por não seguirem o material original dos livros, dos quais Cavill é fã.

domingo, 23 de agosto de 2026

ReStory: Chill Electronics Repairs ensina a arte de consertar consoles

Um jogo que me chamou muita atenção este mês foi ReStory: Chill Electronics Repairs, um simulador de reparo de videogames desenvolvido pelo estúdio Mandragora e publicado pela tinyBuild. O jogo é dos mesmos criadores de I Am Future: Cozy Apocalypse Survival e vários outros pequenos títulos e foi feito na engine Unity.

Por enquanto ele está disponível apenas para o PC por R$ 49,99 e sua jogabilidade se encaixa melhor no mouse mesmo, mas um futuro port para console pode ser legal também. Há suporte para português nas legendas e interface.

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Índice - ReStory: Chill Electronics Repairs

  • História
  • Jogabilidade
  • Requisitos mínimos
  • Perguntinhas da galera

História

A história se passa nos anos 2000 no distrito de Akihabara em Tóquio, no Japão, quando o jogador é colocado no comando de uma loja de rua que conserta diversos tipos de eletrônicos, como telefones celulares, câmeras, tocadores de música e videogames. Há uma vibe um pouco retrô por conta da época, como celulares de flip antes da era smart.

Apesar de consertar coisas ter um jeitinho de simulador relaxante, há também uma pressão por tempo, pois você precisa pagar uma taxa de proteção para a Yakuza, a máfia japonesa (e aí você pode jogar Yakuza Kiwami pra cobrar pelo outro lado da história, tipo Pokémon Red & Blue) e um pouco de mistério sobre um assalto a lojas que ficam abertas até tarde da noite.

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Jogabilidade

Há um quê de PC Building Simulator aqui. Você recebe pedidos como "conserte este telefone / joystick / videogame / bichinho virtual" e começa desmontando-os para análise, desaparafusando e colocando as peças sobre sua mesa. Após desmontar um caderninho mostra detalhes como quais partes estão sujas para você limpar ou quais estão quebradas para jogar fora e encomendar reposições.

Algumas peças podem ser guardadas ou utilizadas para consertar outros aparelhos, fazendo pequenos Frankenstein à base de Gambiarra del Toro. Terminado o serviço, basta colocar todas as peças de volta, aparafusar e entregar para o cliente, recebendo um pagamento que pode ser reinvestido em sua loja.

Eu adoro jogos que ensinam habilidades reais e te erguem para um pouco acima do nível de um leigo em um assunto. Os desenvolvedores desse jogo desmontaram diversos equipamentos reais para reproduzi-los de maneira fiel de forma que um usuário poderia ganhar confiança no virtual antes de tentar consertar seus próprios eletrônicos.


Todos os videogames e aparelhos são versões genéricas, como um telefone "Pokia" ou um portátil e console da "Nony". Curiosamente, ele conta com um console e cartuchos reais do clássico Atari 2600, graças a uma parceria com a companhia.

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Requisitos mínimos

  • Sistema operacional: Windows 10 (64 Bits)
  • Processador: Qualquer um com 2 núcleos (Dual Core)
  • Memória RAM: 4GB
  • Placa de vídeo: Geforce GTX 750ti
  • DirectX: 11
  • Armazenamento: 1GB de espaço disponível


Perguntinhas da galera

Onde posso baixar ReStory: Chill Electronic Repairs?
Por enquanto o jogo só está disponível no Steam, mas acredito que até o próximo ano ele deva ganhar outras versões, apesar de nada anunciado oficialmente por enquanto.

Quais são alguns jogos semelhantes a ReStory: Chill electronics Repairs?
O mais óbvio é PC Building Simulator, que tem uma pegada bem parecida, mas focada em PCs e Car Mechanic Simulator, que tem uma escala maior com consertos de carros, mas segue os mesmos moldes.

Qual é um bom jogo sobre consertar eletrônicos?
Minha primeira escolha seria ReStory: Chill Electronic Repairs, pois conta com maior variedade de eletrônicos, mas PC Building Simulator também é bom.

ReStory: Chill Electronic Repairs está disponível para Android?
Por enquanto não, apenas para PC pela loja digital Steam. Usuários com dispositivos Android mais potentes, com processador Snapdragon, podem tentar usar apps como GameHub e GameNative para rodar jogos de PC no Android.

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Desenho animado de Golden Axe me deixou desanimado


A Paramount+ liberou nesta quinta-feira (20) um trailer de seu novo desenho animado baseado no clássico jogo Golden Axe de 1989 da Sega para fliperamas e Mega Drive. Ele será lançado em 16 de setembro na Paramount+, disponível a partir de R$ 34,90 por mês.

A história traz os heróis Ax, Tyris e Gilius do Golden Axe original, com a adição de um personagem extra, o desajeitado aventureiro Hampton Squib que é para ser o ponto de vista do espectador, como um personagem autoinserido para você ou um personagem de RPG causando caos em uma mesa. Juntos eles lutam para defender o reino de Yuria do vilão Death Adder, também do jogo.

Após assistir ao trailer, confesso que estou bem desanimado com a direção da produção e sem interesse de vê-la. É claramente o mesmo que aconteceu com o filme He-Man: Mestres do Universo, uma obra que zomba do material original, achando que ele era bobo e por isso só pode ser adaptado como uma galhofa.

Não me entendam mal, eu adoro desenhos caóticos. Eu acho que Cuphead foi muito bem adaptado para um desenho caótico com alguns episódios que até lembram Tom & Jerry. Among Us eu não morri de paixões, mas é uma boa adaptação também. Acho que Cult of the Lamb também se daria muito bem com um desenho animado caótico e engraçado.

Mas Golden Axe nunca foi sobre isso. Assim como He-Man, ele é um subproduto de Conan, O Bárbaro, um material que sempre se apresentou de maneira séria. Eu não tenho os mesmos laços com Golden Axe como tinha com He-Man, não era um jogo que eu amava, mas ainda assim não acho de bom tom tripudiar sobre um jogo que muita gente deve gostar como essas adaptações sempre fazem.

Episódio com dois personagens burros e fortes?
Praticamente garantido. (que diabos é deb, gente?)

Mudando de assunto, pagar a Paramount+ só para assistir essa série está salgado. O catálogo do streaming tem também alguns clássicos como Star Trek, Dexter e South Park, a boa série Yellowjackets e alguns filmes recentes para assistir.

terça-feira, 30 de junho de 2020

Min Min se arma como nova lutadora de Super Smash Bros. Ultimate


Na semana passada tivemos a revelação de uma nova lutadora para Super Smash Bros. Ultimate, a personagem Min Min da série Arms, sétima integrante por DLC e a primeira da segunda temporada de DLCs do jogo. No calor do momento vi muita gente celebrando a inclusão de Min Min mas não me parece uma personagem que todos estejam ansiosos para ter. Do ponto de vista da jogabilidade ela parece interessante, mas ainda é uma personagem menor de um jogo que poucos jogaram.

Estava pensando se devia fazer um artigo ou não sobre a revelação de Min Min, porque no fundo não tenho nada tão interessante para falar a respeito dela e até fiquei um pouco decepcionado com a revelação. Então pensei que seria uma boa explicar por que muitas vezes Super Smash Bros. não bate com as minhas expectativas, não apenas no Ultimate mas na série como um todo.


Devido a quarentena a apresentação foi na casa do criador da série, Masahiro Sakurai, e foi bem legal ver como é a casa dele, com vários videogames e duas televisões gigantes lado a lado. Ele falou como gosta de ter a TV ligada enquanto joga e sobre como a Nintendo mandou equipamento especial para ele gravar a live em casa. O vídeo teve 35 minutos, a maior parte dedicado à jogabilidade da personagem, a qual não vou comentar muito.

A revelação de Min Min veio em uma divertida animação na qual Kirby e Captain Falcon estão comendo lâmen quando um convite para Smash Bros chega em uma arena um pouco distante de Arms. Vários personagens lutam pelo convite e no início chega a parecer que Spring Man ou Ribbon Girl vão ser os escolhidos, até que no final da luta "Min Min arms herself!".

A jogabilidade de Min Min parece muito boa com um alto alcance pelos seus braços que se esticam, diferentes armas e algumas fraquezas óbvias no combate de proximidade. Seu Final Smash me pareceu um pouco fraco, basicamente uma sequência de vários socos com todos os outros personagens de Arms, nada muito interessante.

Todos sabiam desde o início que o novo lutador seria um personagem de Arms, pois isso já havia sido sabiamente revelado por Sakurai em uma transmissão anterior. Ao revelar a série de onde seria o próximo personagem, evitou-se a chance de decepção por não ser uma série maior. Porém entre o tempo de anunciar que seria da série Arms e de fato anunciar a personagem, criaram-se expectativas também problemáticas.


Quase sempre eu prefiro que os protagonistas representem suas séries, então eu acho que Spring Man teria sido uma opção melhor inicialmente. No entanto, há uma grande falta de representantes femininas em Super Smash Bros., então também entenderia Ribbon Girl, até mesmo Twintelle que fez muito sucesso como personagem de DLC do próprio Arms.

Eu não liguei para Arms e acredito que muitos jogadores de Super Smash Bros. podem não ter ligado também, então Min Min não é uma personagem que boa parte do público sequer conheça. Spring Man e Ribbon Girl eu ao menos sei quem são, estão na capa do jogo, nos materiais promocionais com destaque e Twintelle teve uma grande parcela de atenção na internet quando foi anunciada.

Porém o que me desanima não é apenas a escolha da personagem, mas porque muitos usuários já haviam achado uma solução mais interessante: um lutador "oficial" e skins que o transformassem em outros personagens. Trabalhoso? Sim, um pouco, mas não tremendamente, não fora do escopo de um projeto do tamanho de Smash. Por isso eu gostaria que essa tivesse sido a opção escolhida.

Por que esperar tanto de Super Smash Bros.? Por que achar que um novo personagem por DLC poderia acabar sendo vários? Eu não esperaria isso de Street Fighter, Mortal Kombat ou qualquer outro jogo de luta. Porque eu simplesmente acho que Super Smash Bros. se tornou algo maior do que só um jogo de luta. Então quando o assunto é Super Smash Bros. eu espero aquele Plus Ultra que entrega o que você espera e um pouco mais.


Sakurai transformou Super Smash Bros. em uma espécie de celebração da indústria de jogos a partir do ponto de vista da Nintendo. Além de uma celebração da própria Nintendo pelo ponto de vista de Sakurai, o qual parece ter uma visão até mesmo melhor do que a Nintendo tem, ou demonstra, de si mesma.

Durante a transmissão foi mencionado que o dublador do Captain Falcon no Japão é o mesmo do personagem Vegeta, muito requisitado e apostaria que provavelmente caro. Também foi dito que a Nintendo utiliza os mesmos arquivos de áudio do Captain Falcon desde a época do Nintendo 64. Eu achei que falariam então que iriam chamá-lo para gravar novos áudios, mas isso não aconteceu. Já estamos acostumados a essa certa pão-durice da Nintendo.

A Nintendo não deve achar que é necessário gastar nisso. Pode continuar economizando em um detalhe desses e lucrando bastante. Já Sakurai simplesmente diz: "Esse jogo precisa de uma orquestra". A Nintendo acha que orquestra é muito cara e afirma que midis seriam suficentes. Então Sakurai bate o pé e diz "Se você não contratar uma orquestra eu vou pagar uma do meu bolso" porque ele sabe que o jogo merece isso.

Eu acho que nada passa melhor essa sensação do que os Echo Fighters de Super Smash Bros. e Super Smash Bros. Melee. Personagens adicionados quando o jogo já estava mais ou menos pronto e não dava tempo de fazer muito, mas que Sakurai simplesmente queria enfiar no jogo. Se temos Mario, não é tão difícil fazer Luigi, se alterarmos um pouco o Kirby podemos conseguir Jigglypuff, com um truque temos Pichu a partir de Pikachu e Ganondorf se ignorarmos esses golpes do Captain Falcon.


Se eu ligo tanto para as revelações de novos personagens de Super Smash Bros. Ultimate é em parte pela grande surpresa que era ver de repente um "Challenger Approaching" no Nintendo 64. Assim Smash Bros. conseguia entregar vários personagens extras puramente por esforço, porque Sakurai queria que eles estivessem no jogo. Por isso sinto falta desse espírito quando não é possível simplesmente colocar um modelo diferente em Min Min para ter mais personagens. Inclusive eu sempre achei que Super Smash Bros. Ultimate teria muito mais Echo Fighters.

Por exemplo, a transmissão também anunciou mais Mii Fighters, basicamente roupas para os personagens Mii. Entre eles Ninjara de Arms, Heihachi de Tekken, Marie e Callie de Splatoon e Vault Boy de Fallout. Apesar de visualmente bem legais, a jogabilidade deles é muito limitada. A essa altura os movesets de cada personagem do jogo já deveriam ser fragmentados para que fosse possível atribuir certos movimentos a lutadores Mii ou Echo sem copiar movesets inteiros e assim criar Frankensteins bem interessantes, talvez até mesmo criados pelos próprios jogadores.

Nesta mesma lógica de esperar muito eu sigo sentindo falta de um modo Single Player para o jogo que não seja apenas de lutas. O que é curioso já que até mesmo Street Fighter e Mortal Kombat tiveram novos conteúdos de história adicionados por DLC. Será que é pedir demais por um novo Adventure Mode?

terça-feira, 12 de novembro de 2019

The Stretchers é um novo jogo louco do Switch


The Stretchers é um jogo que a Nintendo lançou de surpresa nos últimos dias no Japão e agora chegou nos Estados Unidos com uma promessa de ser bem divertido. Produzido pela Tarsier Studios de Little Nightmares, The Stretchers é focado no multiplayer cooperativo, mas pode ser jogado também sozinho. Ele foi lançado por US$ 20 no eShop.


Pelo que eu entendi você entra no papel de dois atendentes de um serviço de emergência em uma ilha chamada "Green Horn Island". O local foi atacado por uma espécie de vilão chamado Captain Brains que está deixando todo mundo tonto com um aparelho esquisito em sua cabeça. Seu papel é chegar com uma ambulância recolher as pessoas em uma maca.

Toda a ideia é que aparentemente há uma jogabilidade maluca envolvida pra dificultar tudo. Você pode dirigir a ambulância e mover a maca para passar por certas situações. Parece haver um grande número de situações diferentes bem engraçadas. A única coisa que não gostei muito foi o visual genérico dos protagonistas e o limite de tempo, mas dá pra relevar. Como um redator do site Kotaku comentou, este é um jogo que faz lembrar da era do Dreamcast.



quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Nintendo Direct: Overwatch, Super Nintendo e Terry Bogard


Hoje a Nintendo transmitiu mais uma de suas Nintendo Directs com novidades para o Nintendo Switch. Foram aproximadamente 40 minutos de conferência e os principais foram o anúncio de Overwatch para o Switch, algo que já era um pouco tardio, a chegada de jogos de Super Nintendo para o Nintendo Switch Online que eram muito esperados e o anúncio de Terry Bogard como um novo personagem para Super Smash Bros. Ultimate.


A Direct começou com o trailer de Overwatch, porém o anúncio já havia vazado anteriormente. Overwatch é um jogo que já deveria estar no Switch há pelo menos um ano e agora já está muito mais cansado do que deveria. Acho que seria mais interessante se ela lançasse algum tipo de spin-off exclusivo para a Nintendo ao lado do multiplayer tradicional. Também é estranho que nenhum personagem de Overwatch tenha sido anunciado para Smash hoje. O jogo sai para o Switch em 15 de outubro.

Então entra Shinya Takahashi, gerente da divisão de planejamento da Nintendo, para nos guiar pelo resto da Direct. Algo no jeito dele me lembra um pouco o Iwata, como faz falta  =(

Tivemos um novo gameplay de Luigi's Mansion 3 mas o jogo em si é bem esquecível, eu mesmo já não pensava nele há um tempo. A ideia de explorar hotéis é legal, mas a forma como fizeram locais temáticos tão grandes dentro dos próprios hotéis, como uma pirâmide ou um esconderijo pirata, derrota um pouco o conceito. Uma coisa legal mostrada foi o Scream Park, um modo multiplayer para até 8 pessoas. Não legal para Luigi's Mansion 3 no entanto, mas outros jogos da Nintendo deveria vir com multiplayers tão extensos assim. O jogo sai em 31 de outubro e o Halloween ajuda.


Um novo jogo de Kirby free to play foi anunciado chamado Super Kirby Clash, no qual até quatro pessoas escolhem um "job" como poder para Kirby e se aventuram contra inimigos. É legal que dá pra jogar multiplayer e até tem online, mas depois de ver um pouco me questiono se Kirby sequer é necessário nesse jogo, poderia ser qualquer personagem genérico. Esse foi lançado hoje pro Switch.

Trials of Mana apareceu por um instante e mostrou um pouco de seu combate que agora tem ainda mais ação. Esse é um remake que realmente vale a pena, como outros "of Mana" antes dele. Será lançado em 24 de abril de 2020 para Switch e presumo que será a mesma data para o PlayStation 4 ou PC, a não ser que alguma das versões saia depois.

Um jogo que pegou de surpresa acho que foi Return of the Obra Dinn, um indie de Lucas Pope, criador do jogo "Papers, Pelase". É sobre descobrir o que aconteceu em um navio ao revisitar os momentos da morte de cada um dos corpos que estão lá. O jogo já estava disponível para PC mas o Nintendo Switch será o primeiro console a recebê-lo no final de 2019, a não ser que mais plataformas sejam anunciadas.

Na sequência tivemos um jogo simpático: Little Town Hero da Game Freak, a produtora de Pokémon. Inicialente tive umas vibes de Little King's Story mas ele vai pro lado do RPG. Não deu pra entender bem como é o sistema de batalha, porque foi dito que o herói luta com "ideias". Uma curiosidade é que Toby Fox de Undertale fez as músicas do jogo. Sairá em 16 de outubro e apesar de charmoso não me agrada tanto. Um problema dos jogos originais da Game Freak é que não importa se são legais, nunca vemos sequências deles, como Drill Dozer ou Harmo Knight.


Super Smash Bros. Ultimate apareceu e pelo menos tiveram a sensibilidade de empurrar as informações detalhadas do jogo para um vídeo separado que começava logo após a Direct. Banjo e Kazooie foram lançados de imediato e tivemos o anúncio de um novo lutador que também havia vazado antes: Terry Bogard para novembro de 2019. Não é um grande personagem como Banjo foi, mas a SNK tem um lugar especial nos corações dos brasileiros e também em alguns outros países específicos como China.

Tecnicamente só faltaria mais um lutador por DLC para ser revelado, mas então foi afirmado que mais personagens serão produzidos para o game. No vídeo que se seguiu o criador da série Masahiro Sakurai explicou que ele acha que é improvável que outro Smash reúna tantos personagens assim e que quer continuar esticando para ver até onde esse recorde pode ir.

No vídeo em sequência também revelaram roupas para os lutadores Mii Fighter que permitem ficar com visuais idênticos ao de Goemon da série Mystical Ninja, Protoman de Mega Man, Zero de Mega Man X, Equipe Rocket de Pokémon Red & Blue (os de roupa preta) e pasmem, Sans de Undertale com direito a sua música Megalovania. Cada umc ustará US$ 0.75 e eu acho que podia ser de graça.

Tivemos um momento rápido com o remake de The Legend of Zelda: Link's Awakening mas sem mostrar nada que já não tenha sido mostrado antes. O jogo sai em 20 de setembro. O mesmo pode ser dito pelo trecho que veio logo depois sobre Dragon Quest 11 para 27 de setembro, além de que uma demo já está disponível.


Agora começa uma sequência de surpresas. Tokyo Mirage Sessions #FE Encore, o retorno do crossover entre Fire Emblem e Shin Megami Tensei do Wii U agora para o Switch. Não parecia um jogo que realmente seria portado porque é um pouco menos popular, mas cá estamos com uma nova oportunidade para ele. A versão do Switch ainda terá uma nova música que não estava no original.

Depois? Deadly Premonition 2: A Blessing in Disguise para Switch em 2020, um anúncio totalmente inesperado, tão inesperado que o vi em listas de "com certeza não vai rolar" para essa Direct como piada de tão impossível. Eu não ligo para a série mas sei que ela tem uma legião de seguidores apaixonados que também poderao aproveitar o primeiro jogo como Deadly Premonition Origins no console a partir de hoje. Talvez ele saia para outras plataformas também.

Divinity Original Sin 2 apareceu com um pouco de gameplay para o Switch e confesso que não conheço muito da franquia apesar de parecer legal. Uma coisa que definitivamente é legal é a possibilidade de importar seus saves da nuvem do Steam para jogar no Switch.

Em sequência a Bethesda veio para anunciar um remaster de Doom 64 para o Switch em 22 de novembro. É a primeira vez que ele estará jogável fora do nintendo 64 desde 1997. Essa é meio que uma versão original de Doom, um pouco diferente mas bem vista pelos fãs. Supostamente ela teria sido lançada junto com Doom 1, 2 e 3 recentemente mas algo parece ter travado sua passagem pela ESRB que faz a classificação etária. Por ora não sei se será exclusivo das plataformas Nintendo.

A Hi-Rez Studios revelou um jogo chamado Rogue Company para 2020 que eu não vou mentir, parecia muito fraco. Eles são conhecidos por alguns jogos "eu também quero um pedaço do bolo" como Smite e Paladins que não chegam a fazer nada fora do comum em relação ao gênero, apenas estão lá e lucrando.


Pokémon Sword & Shield teve alguns momentos, mas foi bem fraco no geral. Foram reveladas 4 novidades e nenhuma delas empolgou muito. Primeiro, você poderá personalizar seu treinador, o que não é nada surpreendente. A segunda foi a mais interessante, o Pokémon Camp. Será possível acampar e brincar com seus pokémons na área social e até convidar outros jogadores para interagir.

A terceira novidade é cozinhar Curry. Cozinhar qualquer coisa poderia ser legal, mas só Curry? Isso é bem cultural do Japão. Terá mais de 100 tipos diferentes de Curry. (Tim Curry?). Por último revelaram dois novos pokémons: Polteageist, uma espécie de fantasma que mora dentro de um bule de chá, e Cramorant, um pássaro água e voador que parece um pouco demais com Pelipper. Ao usar Surf ele fica com um peixe na boca e se for atacado nesse estado cospe o peixe como projétil.

Finalmente o serviço Nintendo Switch Online irá dar jogos de Super Nintendo para seus assinantes, quase um ano após sua estreia. De início serão 20 jogos de Super Nintendo a partir de amanhã, com multiplayer online e função Rewind para rebobinar a ação, especialmente útil para alguns dos jogos mais difíceis. A lista traz alguns títulos bem inesperados, como Stunt Race FX que nunca havia sido relançado fora do Super Nintendo.

A lista completa de jogos inclui: Brawl Brothers, Demon's Crest, Joe & Mac 2: Lost in the Tropices, Kirby's Dream Land 3, Star Fox, Super E.D.F. Earth Defense Force, Super Mario Kart, Super Mario World 2: Yoshi's Island, Super Puyo Puyo 2, Super Tennis, Breath of Fire, F-Zero, Kirby's Dream Course, Pilotwings, Stunt Race FX, Super Ghouls'n Ghosts, Super Mario World, Super Metroid, Super Soccer e The Legend of Zelda: A Link to the Past.


Anunciaram também que vão lançar um controle de Super Nintendo exclusivamente para quem é assinante do Nintendo Switch Online por US$ 30. Não entendi muito bem por que não vender nas lojas normalmente, me parece mais negócio pegar um da 8bitdo que é compatível com mais plataformas.

Tetris 99 receberá um novo modo chamado Tetris 99 Invictus para enfrentar apenas os melhores e também terá missões diárias que podem garantir recompensas como temas de Mario e Zelda para o jogo. A parte que eu achei mais interessante é que anunciaram um pacote físico do jogo que inclui um ano de Nintendo Switch Online. Eu adoraria que a PS Plus viesse com um jogo assim, daria mais motivo para assinar por um ano inteiro e diminuiria a dor do momento da renovação de assinatura.

Mario and Sonic at the Olympic Games Tokyo 2020 apareceu por um instante, mostrando um pouco de seus esportes e eventos retrô. O modo história mostra um jogo que faz Mario, Sonic, Bowser e Eggman de prisioneiros e os levará de volta no tempo para os Jogos Olímpicos de Verão de 1964. O jogo sai em 5 de novembro e promete ser o melhor da série até agora. Tivemos nossa chance em 2016, mas estragamos tudo.

Daemon X Machina eu podia jurar que estaria presente com seu trailer de lançamento que até então só está disponível em sua versão japonesa, mas não, apenas mostraram um pouco do jogo. Uma boa surpresa é que ele terá suporte para multiplayer cooperativo para até quatro pessoas, incluindo online, algo que não esperava. O jogo sai em 13 de setembro e está com uma demo cujo progresso pode ser levado para a versão final. Foi um pouco ruim o jogo sair tão em cima com Astral Chain, porque ele também promete ser ótimo, mas acho que vai ficar na sombra da Platinum.


Um jogo clássico inesperado é Jedi Knight 2: Jedi Outcast que será relançado para Switch em 24 de setembro. Fora da Direct fiquei sabendo que o jogo sai também para PS4 e Jedi Knight: Jedi Academy será relançado no início de 2020 para PS4 e Switch.

Falaram rapidinho sobre The Witcher 3 que chega ao console em 15 de outubro e remasters de Assassin's Creed 4: Black Flag e Assassin's Creed Rogue que serão lançados em um pacote único para o Switch. Para completar Dauntless também está vindo para o console, é meio que uma alternativa gratuita a Monster Hunter, o que no Switch pode ser uma boa por não ter Monster Hunter World.

Hora do reel de jogos que sairão pro Switch? Hora do reel de jogos que sairão pro Switch: Just Dance 2020, Grid Autosport, Farming Simulator 2020, Ni no Kuni: Wrath of the White Witch, NBA 2K20, Call of Cthulhu, The Outer Worlds, Devil May Cry 2 e Vampyr.

O penúltimo jogo apresentado acho que foi um dos melhores da conferência: Animal Crossing: New Horizons, que será lançado em 20 de março de 2020 após sofrer um atraso. Entre algumas das novidades temos o Nookphone, um smartphone cheio de apps do Tom Nook, um novo sistema de crafting de ferramentas e mobília e um modo multiplayer para até oito pessoas ao mesmo tempo.


Eu estou dividido nessa questão porque fazer machados para cortar árvores e obter madeira para fazer móveis é muito Minecraft e nada Animal Crossing, acho que a franquia simplesmente não é sobre isso. Porém, definitivamente ela precisava ser sobre alguma coisa, não é? Já há algum tempo precisava-se de algo para fazer no mundo do jogo e talvez isso seja um ótimo passo na direção certa. Sem dúvida me animou mais do que jogos passados.

O último anúncio me surpreendeu, mas confesso que ficou faltando um algo mais. Xenoblade Chronicles será relançado para o Switch em 2020, o mesmo jogo que já foi lançado no Wii e relançado no Nintendo 3DS. Sem dúvida é uma boa plataforma para relançar, mas ainda assim é um jogo bem velho. A todo mundo eu ficava esperando que anunciassem que é um pacote com Xenoblade Chronicles X exclusivo do Wii U, mas não. Xenoblade Chronicles 2 não teve vendas espetaculares para justificar isso.

O saldo da Direct foi bem razoável, minhas expectativas não estavam altas e nenhum jogo ou anúncio foi muito excepcional. Animal Crossing acho que surpreendeu positivamente com algumas novidades e a chegada dos jogos de Super Nintendo chego na hora certa que os fãs já não aguentavam mais jogos de Nintendo 8 Bits no Nintendo Switch Online. Foi estranho não termos ouvido de um novo estilo para Super Mario Maker 2 ou de algo sobre o Nintendo Switch Lite e algum jogo com perfil mais portátil para ele.

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Fight Crab: quando um meme não é o bastante


É difícil resistir a uma ideia tão maravilhosa quanto Fight Crab que traz caranguejos gigantes lutando com armas tentando se virar de cabeça pra baixo. Me parece que a Nussoft é meio que uma produtora de jogos com conceitos meio de meme, já que Fight Crab parece um misto do meme do "Giant Enemy Crab" e do caranguejo com faca do Brasil. Ele é também parte de uma série da empresa chamada "Neo Aquarium" com jogos bizarríssimos.

Atualmente o jogo está disponível para PC em acesso antecipado no site Itch.io e custa uma graninha que talvez ainda não valha a pena pagar por ele. Mais tarde vai ter uma versão para Switch, mas diferente de Hamsterdam, não sei quão bem esses controles se adaptariam ao console e talvez possa ser melhor esperar por algum videogame com um joystick tradicional.

O sistema de batalha funciona como em Super Smash Bros., os personagens têm um percentual de dano e quanto mais dano eles já tiverem sofrido, mais fácil é para virá-los de cabeça pra baixo. Para causar dano você pode usar as próprias garras do caranguejo ou uma infinidade de armas e objetos do cenário para acertar seu oponente.


É tudo bem simples, até meio bobo, com muita base no sistema de física. Porém, cá entre nós, parece extremamente divertido. Espero que haja um modo campanha igualmente bobo para que o jogo tenha conteúdo o bastante para justificar o preço que está pedindo. Um jogo desses faz eu pensar como seria um jogo do Godzilla se eles relaxassem um pouco mais com a franquia.

Como seria Donkey Kong Country com o design original


Donkey Kong é um personagem sobre o qual eu gostaria de falar mais a fundo e fazer um estudo um dia, mas na falta de tempo esse vídeo do ano passado encontrou seu caminho até mim. Trata-se de um vídeo criado por um usuário chamado Spacepig22 que imagina como seria Donkey Kong Country se ele tivesse o design original do personagem.

Apesar de ter jogado bastante Donkey Kong Country na minha época, hoje eu vejo mais problemas em como a Rare tomou liberdades com o personagem e sua jogabilidade, mas como muita gente acha a trilogia original incrível há pouco motivo para ficar reclamando. Dito isso, mesmo esse design original estando mais fiel eu não acho que ele caia bem com o mundo criado pela Rare, valendo apenas como curiosidade.

Se alguém tiver alguma curiosidade sobre como esse vídeo foi feito, vou explicar. Meu primeiro palpite seria hackear uma rom original de Donkey Kong Country e apenas trocar os gráficos, mas não foi isso que foi feito. Acredito que seria a forma mais fácil de fazer, mas segundo o criador do vídeo, ele sequer sabe fazer hacks de roms.


Então o que ele fez? Primeiro pegou um gameplay tradicional de DKC, removeu os macacos através de um software de edição de vídeo, o After Effects, e depois colocou seus novos gráficos no vídeo. Em outras palavras, não existe versão jogável disso. Os sprites foram criados com modelos 3D feitos no Maya, um software de modelagem 3D, e animados lá também.

Ele teve o cuidado de usar técnicas que eram comuns em animação 3D dos anos 90 e ao converter as animações limitou as cores no Photoshop para emular a paleta de cores do Super Nintendo. O resultado final ficou realmente bom.

Hamsterdam: o nome perfeito para um jogo de Hamster


Se você tivesse um jogo sobre um Hamster que distribui pancadas por aí, me diga se não o chamaria de Hamsterdam? É o nome perfeito, como a Muse Games deve ter pensado. Tá, Hamsterdam: Paws of Justice tem toda a cara de jogo Mobile, mas ele tem um bom visual, uma premissa divertida e foi criado através de um Kickstarter, o que significa que alguém botou um pouco de paixão nisso.

Ele está disponível pra Android, iOS, Switch e PC. Não é um jogo que eu recomendaria jogar no PC e sim no Switch pelos controles, porém os preços estão meio complicados. A versão pra Smartphones custa só US$ 1,99, enquanto PC custa US$ 7,99 e Switch US$ 9,99, mas pelo menos não há microtransações em nenhuma das versões.

Por ser um dos poucos videogames que ainda mantém controles de movimento, o Switch se adapta perfeitamente à conversão da jogabilidade de um smartphone. Toques de botão não substituem bem telas de toque, mas sacudidas de controle funcionam que é uma maravilha. O jogo também parece ter muita variedade de situações divertidas, o que também cai bem com esse tipo de controle.


O jogo segue a história do hamster Pimm que vê sua cidade invadida pelo vilão Chinchilla Marlo e seus capangas, além de ter seu avô raptado. É uma história tradicional de filmes de kung-fu e que parece funcionar bem. A jogabilidade tem um sistema de batalha simples com ataques, contra-ataques e um golpe K.O. quando você vai bem. Parece haver um bocado de minigames que mudam a fórmula o tempo todo, algo que dá certo em jogos pequenos e rítmicos.

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Knights and Bikes, cavaleiros sobre rodas


Knights and Bikes é um jogo com um visual fofinho que me interessa mais pela jogabilidade cooperativa, a qual me lembra um pouco o simples e divertido jogo Cat Quest, que terá modo cooperativo na sequência. O jogo está sendo desenvolvido pela Foam Sword e será publicado pela Double Fine. Ele sai já em 27 de agosto para Playstation 4 e PC.

A história segue duas garotas, Nessa e Demelza em suas bicicletas nos anos 80 conforme exploram a costa de Perfurzy, uma ilha britânica fictícia. Elas são acompanhadas por seu ganso de estimação (Captain Honkers) e guiadas por uma cabeça em um jarro do Perfurzy Rebel Bicycle Club que conta para elas sobre um tesouro no melhor estilo Goonies.


A jogabilidade aparenta trazer combates simplificados, o que sempre é bom para um jogo coop. Cada personagem terá suas próprias habilidades e as bicicletas poderão receber upgrades através do jogo com itens obtidos pelo mapa, transformando-as em parte importante da história como o cavalo de um cavaleiro.

Se o visual parece familiar, é porque o diretor criativo Rex Crowle de Tearaway está envolvido no jogo e os personagens realmente têm aquele toque texturizado quase de papelão e cartolina que Tearaway tinha. Os cenários por sua vez mesclam algo fofo com uma aparência mais sombria, um pouco no estilo do desenho Historietas Assombradas.


quarta-feira, 31 de julho de 2019

O charmoso Bookbound Brigade


Bookbound Brigade é um jogo que chamou minha atenção puramente pelo charme de seu conceito. Obviamente temos aqui o tradicional jogo de exploração Metroidvania indie, mas o elenco tem muito peso. Tratam-se todos de personagens famosos de livros. O jogo sai ainda esse ano para o PlayStation 4, Switch e PC.

Segundo o trailer, não parece ser um jogo excepcional de jogabilidade, mas o elenco e a forma como ele se move como uma única unidade parecem ser bem interessantes. Todos os personagens se movem juntos e podem criar formações específicas para passar por certos locais como criar uma "corda" de pessoas.

Os personagens são: Drácula, Rei Artur, Rainha Vitória, Nikola Tesla, Cassandra, Dorothy, Sun Wukong o Rei Macaco e Robin Hood. Além do elenco de figuras famosas dos livros que o jogador controla há também coadjuvantes na história baseados em personagens icônicos. Juntos eles lutam para encontrar um ladrão que roubou o "Livro dos Livros", um livro definitivo que contém todas as histórias.


Vejo muitas formas como o jogo poderia acabar dando errado, pois no trailer não vejo tanta profundidade quanto gostaria em algumas coisas, me lembrando jogos mais amadores como os da série Touhou. Ainda assim a ideia de reunir personagens famosos dos livros é um conceito bem interessante que sempre apresenta alguns desafios de relevância, como acontece com "A Liga Extraordinária" e outros.