quarta-feira, 10 de abril de 2019

Earth Defense Force: Iron Rain - Nova esperança ou novo Armageddon


Mas pera aí Rafael, você não acabou de falar sobre Earth Defense Force 5? O combinado não é que só temos que aturar você falando sobre essa série uma vez por ano? Bom caro leitor, normalmente sim, mas tivemos aqui uma reviravolta que me leva a falar de um novo jogo na franquia: Earth Defense Force: Iron Rain, que será lançado essa semana, apenas 4 meses após o lançamento de EDF 5.

Começa pelo seguinte ponto: Earth Defense Force 5 e praticamente todos os outros jogos da série são desenvolvidos pela Sandlot, uma empresinha japonesa genial que eu quero apertar as bochechas sempre. Porém Earth Defense Force: Iron Rain foi desenvolvido por outra empresa, a também nipônica Yuke, com um objetivo totalmente diferente.


A intenção é tornar a série mais atraente para o ocidente, porém da última vez que isso foi tentado acabamos com o terrível Earth Defense Force: Insect Armageddon da Vicious Cycle Software que simplesmente não entendia nada do que fazia a série interessante. A Yuke olha para a Sandlot como um senpai e parece respeitar mais o que o jogo simboliza, então nesse ponto pelo menos eu tenho um pouco mais de esperança.

Um ponto que eu acho inevitável é que provavelmente o jogo não terá o sistema de danos aos membros de EDF 5 e Zangeki no Reginleiv. Por ser outra produtora que praticamente desenvolveu outro jogo ao mesmo tempo que a Sandlot, então não devem ter ido pela mesma direção que ela foi com o quinto jogo.

Aparentemente Iron Rain só terá umas cinquenta missões, o que é muito pouco para o padrão da série, mas pode trazer uma experiência diferente da campanha de cem missões tradicionais de EDF. O jogo utilizará um sistema estranho de créditos nos quais você junta dinheiro pra comprar suas armas novas e melhorar seu personagem. É um pouco estranho, mas não posso julgar no momento se melhor ou pior que o atual.

Don't stop me now! Cause I'm having a good time!

O visual do jogo é bem diferente pois Iron Rain tenta ser mais realista à primeira vista. Isso se reflete em vários conceitos. Nada é apresentado apenas como algo natural sem explicação. Por exemplo, os personagens só são super resistentes porque usam exoesqueletos, se suas armas fizerem coisas impressionantes o jogo vai detalhar qual a fonte de energia delas e assim por diante.

No entanto logo depois o realismo vai pra casa do... pelos ares, com a introdução de novidades totalmente loucas e aparentemente muito divertidas. Uma delas é a nova classe Prowl Rider que é basicamente uma cópia dos caçadores de Ataque dos Titãs. Outra loucura é a capacidade de montar um dos insetos de alguma forma bizarra que não consigo entender. Todas as classes agora têm variantes masculinas e femininas.

Um ponto que me divide é que os personagens genéricos de EDF são substituídos por personagens de verdade com nomes e histórias que você poderá seguir. Alguns são promissores, mas não sei se isso é uma boa coisa. O multiplayer também parece ter sido ampliado pra um total de seis pessoas segundo as imagens, ao contrário dos grupos com quatro de EDF 5.


No início eu fiquei bem empolgado com as novidades de Iron Rain, não com todas, mas com as grandes mudanças na jogabilidade já que EDF 5 já tinha sido um passo tão impressionante pra franquia. Por outro lado o fato de que não é o mesmo estúdio desenvolvendo e que algumas mudanças parecem estranhas me preocupa.

Infelizmente a menos que eu consiga mexer uns contatinhos para conseguir uma cópia de review de EDF: Iron Rain, eu não vou ter como falar sobre o jogo por um bom tempo, até que ele seja vendido em uma promoção já que a cotação do dólar está valendo quase 4 formigas gigantes.

Cat Quest 2, agora com coop


Cat Quest foi um jogo independente realmente fantástico em sua simplicidade, um exemplo de uma grande aventura traduzida de forma simples em um único mapa que parecia épico. Não vou dizer que o jogo não tinha defeitos, ele era um pouco amarrado e o final ficava repetitivo pra caramba, mas por isso mesmo estou ainda mais animado pela possibilidade de Cat Quest 2, agora com multiplayer cooperativo.

Não dá pra esperar grandes mudanças, é bem mais do mesmo, o que não é necessariamente ruim. O primeiro jogo era muito bom, mas precisava de um pouco mais de jogo de cintura, o que o cooperativo pode trazer. Caso o jogador prefira o modo single player ainda poderá jogar normalmente ao trocar ambos os personagens.

O segundo personagem é um cachorro, o que no mundo de Cat Quest é uma raça de inimigos, mas aparentemente eles vão se unir por algum motivo aqui. Jogadores dividirão todos os seus equipamentos, mas haverá armas e armaduras que só podem ser usados por gatos ou cachorros. Além disso cada um deles receberá magias específicas, então abre espaço para estratégias.


O jogo sai ainda esse ano no PC e não sei se um lançamento para consoles irá demorar. O anterior demorou um pouco e em compensação veio com uns três DLCs junto, como Hollow Knight. Até tenho ressalvas que talvez ele não conserte os erros do antigo, mas só o modo cooperativo já significa que vou jogá-lo de uma forma diferente do original.

Neptunia Shooter não é uma piada de 1º de Abril


No dia 1º de Abril, o dia da mentira, muitas empresas fizeram anúncios absurdos de jogos. Alguns deles foram divertidos e outros nem pareciam tão impossíveis assim, como foi o caso de Neptunia Shooter, um jogo de tiro 8 Bits da Idea Factory International baseado na franquia Hyperdimension Neptunia. Acontece que ele é de verdade e sairá ainda em 2019, inicialmente apenas para PC.

Você começa o jogo com a protagonista Neptune, enfrenta hordas de inimigos por seis mundos e ao final de cada fase liberta uma das outras deusas do mundo dos videogames como Noire, Blanc e Vert. Outras personagens como Iffy e Compa também aparecem. Após vencê-las você pode trocar de personagem para aproveitar tiros diferentes. Não parece haver muito mais além disso, então presumo que seja um jogo de baixo preço.

O jogo está sendo desenvolvido pela própria Idea Factory International, sem a Compile Heart por trás, então não sei o quanto posso atestar sobre ele. Digamos que os spin-offs da série Neptunia variam bastante na qualidade dependendo de quem os desenvolve. O spin-off de estratégia Hyperdevotion Noire é ótimo, o de ação Action Unleashed é um pouco repetitivo e MegaTagmension Blanc e Producing Perfection não são tão legais assim.


Eles sempre contam com um grande charme e fanservice, então isso pode ser esperado. O que dá pra notar pelas imagens é que ele não parece particularmente um jogo fantástico de tiro, equiparável a alguns dos shooters de desenvolvedores especializadas do Steam, porque provavelmente não é. Os spin-offs da série Neptunia não tentam em nenhum momento ser jogos de destaque em seu próprio gênero, mas oferecer novas formas de experienciar suas carismáticas personagens.

Eu gosto bastante da série Hyperdimension Neptunia e é sempre bom rever suas personagens, mas é também preciso que haja um jogo bom para empolgar além do charme.

terça-feira, 9 de abril de 2019

Reviews de filmes


Olá pessoal, adicionei duas reviews de filmes aqui no blog: Capitã Marvel e Shazam, que foram os dois últimos filmes que vi no cinema. Estava dividido sobre colocar reviews de filmes aqui já que é um blog de games, então achei melhor deixar vocês decidirem se querem que eu poste esse tipo de conteúdo ou não.

Não seria algo frequente, pois eu não costumo ir muito ao cinema, é preciso algo meio excepcional pra me tirar de casa e os únicos filmes futuros que eu tenho certeza que vou ver na tela grande são Vingadores: Ultimato e Star Wars IX, então não faria sentido tipo abrir um segundo blog só pra isso, mas às vezes eu sinto que tem muito que eu gostaria de falar sobre um filme e não tenho onde.

Também não tiraria meu foco de videogames porque são coceiras diferentes. Quando dá vontade de escrever sobre uma coisa não dá pra pegar aquela mesma energia e escrever sobre outra, o que significa que um tipo de conteúdo não subtrai do outro.

Diferente de videogames eu não sou um especialista em cinema, mas entendo o suficiente de cultura pop para dizer se um filme entretém ou não. Dificilmente faria review de algum filme mais profundo, só os blockbusters mesmo. Deem uma olhada no que foi postado e me digam o que acham.

Review sem spoilers de Capitã Marvel


Capitã Marvel é um filme que eu tinha algumas ressalvas por estar sanduichado entre Vingadores 3 e 4, mas resolvi ir assistir justamente para conhecer bem a personagem que estará no quarto filme. É um filme de origem, segue muito da fórmula da Marvel e não fala tanto sobre questões feministas quanto se esperava por ser o primeiro filme de uma heroína da empresa, diferente de Mulher Maravilha. Confiram uma pequena review sem spoilers.

Por ser um filme de origem, Capitã Marvel tem um aspecto meio datado e formulaico da Marvel. É semelhante em estrutura a filmes como Homem de Ferro, Thor, Homem-Formiga, a conhecida primeira fase que introduziu os personagens principais de Vingadores. Era um filme que deveria já ter saído bem antes, pois parece muito mais velho do que Doutor Estranho, por exemplo. Prova que a Marvel tem alguns desafios futuros pra sacudir sua fórmula e introduzir novos personagens após Ultimato.

O primeiro ato, aproximadamente a primeira hora do filme, começa um pouco devagar com a origem alienígena da personagem e entedia um pouco com essa parte completamente desconectada do mundo comum. As coisas começam a melhorar quando ela vem pra Terra e surgem algumas boas cenas de ação que empolgam. O filme também gera uma boa atmosfera de suspense com toda a ideia de que qualquer pessoa pode ser um Skrull, os vilões do filme.


Os Skrulls são apresentados de uma forma bem diferente dos quadrinhos da Marvel, mas suas principais características ainda estão lá. Eles são polimorfos, podem virar qualquer coisa, mas no filme apenas exploram sua capacidade de virar outras pessoas. Isso cria uma atmosfera de "não confie em ninguém" bem legal, mas sem reviravoltas muito grandes como "Oh meu Deus, ele era um Skrull esse tempo todo?".

No começo Capitã Marvel empolga muito, por isso é meio decepcionante quando o filme desacelera no segundo ato. Foi quase como se a Marvel estivesse com medo de o filme dar errado por ter uma protagonista mulher e fez meio que dois filmes em um pra cobrir suas bases. Além da Capitã Marvel ele é praticamente um filme de origem do Nick Fury.

Como já devem saber, o filme se passa nos anos 90 e Samuel L. Jackson que interpreta Nick Fury teve um rejuvenescimento digital pra atuar o filme inteiro com carinha de bebê, uma tecnologia impressionante. A ambientação do filme nos anos 90 no entanto entra pouco em questão. Com exceção de uma ou outra piada, a história que está sendo contada não depende em nada desse período específico na Terra.


O segundo ato do filme se segura praticamente só no alívio cômico com Nick Fury e o fofo gato Goose. O carisma de Samuel L. Jackson praticamente interpretando ele mesmo ajuda, pois a personagem da Capitã Marvel é um pouco dura. Não acho que Brie Larson a interpretou mal, mas que a personagem foi escrita para ser distante, alienígena, excessivamente poderosa e isso a torna pouco relacionável. Ela me lembra um pouco como seria um Superman da Marvel e em mais de um momento eu senti os mesmos problemas que em histórias do Homem de Aço.

Nick Fury talvez esteja leve e engraçado demais nesse filme, de forma que é difícil entender como ele vira aquele líder turrão em Os Vingadores. Não parece que deu tempo de acontecer tanta coisa ferrada assim com ele. Vale lembrar que Nick Fury se soltou nos filmes mais recentes, mas é como se estivéssemos vendo o Nick Fury atual em um filme que se passa anos antes.

Devido a esse segundo ato mais parado e engraçado o filme desacelera um pouco e com certeza poderia ser uma meia hora mais curto para não ser cansativo. As piadas ainda são boas, obviamente, mas destoa bastante do que é apresentado na primeira hora. Então vem o ato final e encerra tudo meio mais ou menos, com umas músicas bem fora do lugar.


Durante todo o filme a Capitã Marvel não tem um antagonista realmente forte, ela tem um ou outro inimigo, mas não um vilão digno de uma cena final e isso fica aparente. Acaba que cria-se uma ameaça imediata para ela enfrentar e o final do filme parece insosso. Se a primeira metade do filme fosse muito boa, a segunda meio parada e engraçada e o final empolgante, Capitã Marvel não teria problemas em se enturmar com os grandes da Marvel, mas ao escorregar também no final, cria-se um efeito ladeira.

Não que Capitã Marvel seja ruim, mas ele também não impressiona. É muito como os filmes da Marvel pareciam antes de Vingadores, quando ainda tinham que apresentar Homem de Ferro, Thor e Capitão América antes de reuni-los em algo maior. Estamos falando de um universo Marvel pós Soldado Invernal, pós Guerra Civil, pós Doutor Estranho, filmes que já sacudiram muito bem a fórmula muito antes de Capitã Marvel sair.

Talvez a Marvel não tenha arriscado muito por todas as polêmicas de ser o primeiro filme com uma protagonista mulher. Há momentos em que até mesmo a direção do trailer mostra um filme melhor do que o que foi apresentado, então talvez eles tenham se segurado bastante ao medir a reação do público aos trailers e toda a controvérsia que o precedeu.


Ainda assim, vale lembrar que Capitã Marvel ainda está melhor que outros filmes de herói que saíram na mesma época, como Aquaman. Porém, não acho que será um filme muito lembrado daqui pra frente, como o primeiro Thor que hoje quase ninguém assiste. A personagem tem potencial para um Capitã Marvel 2 e Guerra Civil 2. Assim como o Superman funciona muito melhor como parte da Liga da Justiça, a trajetória de Capitã Marvel pode acabar vindo a ser bem mais interessante que seu começo.

Atenção: os comentários podem conter spoilers

Review sem spoilers de Shazam!


Shazam! é o mais recente filme da DC com promessas de ser um redentor da empresa de quadrinhos que vem tendo uma trajetória meio difícil nas mãos da Warner Bros. com filmes sombrios e que não representam bem seus personagens. Shazam! é um incrível passo a frente nesse sentido com uma aventura divertida e um pouco diferente do tradicional. Tem seus altos e baixos mas fecha com saldo positivo e se equipara em qualidade às produções de sucesso da Marvel sem copiá-las.

Para quem não conhece o personagem, Shazam! conta de um garoto órfão chamado Billy Batson que é escolhido como o campeão de um antigo mago para receber seus poderes. Ao dizer a palavra Shazam ele se transforma no herói, o que me deixou um pouco confuso sobre como ele diz pros outros qual seu nome sem acabar se destransformando por acidente. Antigamente o personagem se chamava Capitão Marvel, mas acabou mudando de nome.

A primeira coisa que se percebe no filme é que ele é um ponto fora da curva nesse universo de filmes de heróis. Não é formulaico como os da Marvel e nem segue o estilo de outros da DC (Nolan/Snyder), ele tem uma identidade própria que seria mais próxima de um Deadpool para toda a família, bem colorido e com grande foco em piadas.


O filme é muito familiar, um pouco mais maduro em certos momentos que alguns da Marvel. Me parece que é um filme para o qual você poderia levar seus pais com tranquilidade. Enquanto eles talvez não se interessassem por um Vingadores ou mesmo pela ação em Shazam, há toda uma história sobre amadurecimento e valores familiares com a qual eles poderiam se conectar.

O filme tem uma grande vibe de Sessão da Tarde, dizendo isso de forma positiva. Enquanto assistia parecia que estava vivendo um momento histórico ao ver o filme que será o mais famoso do bloco da tarde da Globo daqui a uns 10 anos, ao lado de "Curtindo a Vida Adoidado". Ele tem todo o necessário pra isso, uma premissa curiosa, piadas, valores familiares, uma receita de sucesso bem administrada.

Não quer dizer que o filme é fantástico o tempo todo, ele tem altos e baixos, mas é aí que ele se beneficia de não ser formulaico. A fórmula da Marvel às vezes cria filmes mais insossos, mornos, sempre se mantendo em um nível de qualidade esperado, sem pontos baixos mas também sem pontos altos. Como diria Maurílio no Choque de Cultura: "se todo filme fosse genial a sétima arte seria medíocre, porque a média seria a genialidade".


Em comparação com Capitã Marvel, acredito que em seus pontos mais baixos, Shazam vai mais baixo do que o filme da Marvel, porém em seus pontos mais altos é excepcional de uma forma que Capitã Marvel não é em momento nenhum. O vilão é carismático, apesar de sobrar um pouco na história, e a resolução de todo o conflito no final surpreende, mesmo que se estenda um pouco demais.

Zachary Levi está ótimo no papel, mas não parecem ter explicado bem pra ele quantos anos o Billy tinha. Na maioria das histórias, Billy tem 10 anos, mas no filme ele tem 14. Quando transformado em Shazam, ele parece mais uma criança de 10 anos que de 14, o que é bem esquisito porque ele parece mais infantil como Shazam do que como Billy.

A trilha sonora é fantástica, algumas ótimas músicas e sempre bem inseridas no contexto do filme. Gostei muito dos efeitos especiais, dá pra ver que tem uma mistura equilibrada entre computação gráfica e efeitos práticos, o que cria uma sensação muito melhor ao assistir do que quando é tudo CG. A ação não é tão exagerada a ponto de destruir cidades e por isso parece muito mais acreditável.


Como filme em si no período que estamos, eu diria que ele é tão bom quanto Capitã Marvel, que por sua vez é tão bom quanto a média dos filmes da Marvel, mas Shazam te empolga muito mais. É muito melhor do que o recente Aquaman, não supera alguns dos projetos mais ambiciosos da Marvel como Soldado Invernal e Guerra Civil, mas atinge um público mais velho que a Marvel não pega.

Por mais que o cenário de filmes de heróis atualmente se baseie muito na comparação, qual filme é melhor que o outro, especialmente entre Marvel e DC, Shazam corre por fora como Deadpool. É claramente um filme atemporal que independente da sua recepção atual vai ser lembrado de uma forma impressionante no futuro.

Tem duas cenas pós-créditos e uma animaçãozinha iradíssima no final. A primeira cena pode esperar pra ver, a segunda é só uma piadinha, pode ver em casa se quiser porque os créditos são meio longos.

domingo, 31 de março de 2019

Segata Sanshiro na Sega Fes 2019


Recentemente entre os dias 30 e 31 de março a Sega realizou um evento chamado Sega Fes 2019 no Japão que contou com alguns anúncios novos como jogos das Olimpíadas de 2020 em Tóquio, incluindo Mario & Sonic, um novo Sakura Wars e o lançamento mundial do Mega Drive Mini com 40 jogos, revelando assim os dez primeiros.

No entanto eu não vim para falar sobre isso, mas sim sobre um momento épico que aconteceu durante a transmissão ao vivo. A Sega resolveu comemorar o aniversário de 25 anos de seu console Sega Saturno com o retorno de um ícone que fazia propaganda para a empresa na época, cantando sua música tema: Segata Sanshiro.


Segata Sanshiro é um personagem criado pela Sega para promover o Saturno no Japão nos anos 90 e ele é interpretado pelo ator Hiroshi Fujioka, um ex-Kamen Rider, o que por lá vale mais do que um ex-primeiro-ministro. Ele ficou tão popular que até ajudou as vendas do console na época e chegou a gravar até um CD com seu tema. Se você ainda não o conhece dê uma olhada no vídeo abaixo.