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domingo, 17 de abril de 2011
Analisando Sonic Generations em 30 Segundos
Dia desses foi lançado um trailer para o jogo comemorativo de 20 anos do Sonic, que será chamado de Sonic Generations, e apesar de ser um trailer bem curto, apenas em computação gráfica, sem mostrar nada do jogo em si, levantou uma bandeira de perigo por um mínimo detalhe.
Antes que alguém pergunte, não, o Sonic não teve um filho. Esses dois Sonics diferentes correndo juntos representam as duas gerações do personagem. De um lado, o Sonic malandro, pernas longas, atitude radical. Do outro, Sonic barrigudinho, pernas curtas, etc.
Vejam bem, a Sega acertou em Sonic Colors pro Nintendo Wii, aquele era um passo na direção certa. A questão é se ela sabe no que ela acertou. Primeiro que eu tenho que ressaltar, Sonic Colors foi um milagre, não faço a menor idéia de como aconteceu.
A Sega não tinha pessoal, talento, nem mesmo idéia do que devia fazer, mas de alguma forma saiu um jogo ótimo. Como isso aconteceu, é algo impossível de explicar daqui, seria necessário saber mais do que aconteceu por lá.
Então vamos deixar um adendo: Caso a equipe de Sonic Colors coloque as mãos em sonic Generations, pode sim ser o melhor jogo de 2011.
Mas eu não acredito que isso tenha acontecido.
Esse trailer mostra a Sega cometendo o mesmo erro da Nintendo. Pensar que quando pedimos os valores de antigamente, estamos sendo nostálgicos. Há uma grande diferença entre gostarmos de como os jogos eram feitos antigamente e sermos nostálgicos.
As regras que regiam a criação de jogos antigamente eram melhores e por isso tínhamos jogos melhores. É necessário que essas regras sejam retomadas para a criação de novos jogos, tão bons quanto, senão melhores que os de outrora.
Não só isso, ela também comete o erro de dar exatamente o que o público está pedindo. Ela já tentou isso antes em Sonic 4 e o resultado não foi nada bom.
Vejam que em apenas 30 segundos, aparecem: Texturas de Green Hill Zone, aquele quadriculado marrom e amarelo com grama em cima, um looping e o Sonic gordinho. São três elementos que estão ali só para dizer: "Esse é o Sonic de antigamente que você gostava". Mas não é.
A sorte é que Sonic Generations é uma homenagem, será uma coletânea de vários pedaços de jogos do ouriço, sem explicarem direito como isso será feito. Se tentarem fazer uma história em cima disso, como na maioria dos jogos, será péssimo.
No entanto, se cada pedaço de jogo ficar espaçado o suficiente de forma que fique quase como uma coletânea de minigames, há esperança pra ele.
Outro ponto muito preocupante é que o jogo não sai para o Nintendo Wii, isso significa grande foco nos gráficos, grande foco em atualização, trazer as fases de antigamente sob novos gráficos e só, afinal, eles pensam que o público só quer nostalgia.
Sonic Generations está na corda bamba e eu temo pelo pior.
Atualização: Caramba! Essa foi rápida! Declaração da Sega um dia depois desse artigo: "Estamos trazendo a nostalgia dos primeiros dias de Sonic e combinando com a inovação da tecnologia HD dos jogos modernos"
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domingo, 27 de março de 2011
Analisando Super Mario 3DS em 30 segundos
Recentemente na Game Developers Conference 2011, durante a palestra de Satoru Iwata, Presidente da Nintendo, foram mostradas imagens de um novo "Super Mario 3DS" por uns trinta segundos, junto com um logo do jogo, e apesar de muito do que podemos ver ser óbvio, acho que vale a pena darmos uma analisada.
Obviamente, esse é um jogo que vai dar errado, acho que nem preciso explicar muito. Super Mario 64 DS não ajudou as vendas do Nintendo DS, fazendo ele perder pro PSP, só quando New Super Mario Bros. entrou em cena que as coisas mudaram de figura. É isso que as pessoas querem, Mario 2D, não Mario 3D, porque são jogos diferentes. Para não me alongar demais sobre o tema, vou explicar pela ótica de Sean Malstrom:
Mario 2D tem um design perfeito sobre correr por uma fase tentando chegar ao final dela, tendo várias opções de como fazer isso, como cortando caminho por canos e pegando Power-Ups. Você pode terminar o jogo como Mario pequeno, ou como Fire Mario, a experiência muda, você não é obrigado a nada.
Mario 3D é um jogo sobre pegar estrelas, onde só há um caminho certo e você tem que resolver um quebra-cabeça para fazê-la surgiur ou chegar até ela e Power-Ups só são usados para resolver esses quebra-cabeças, tendo até mesmo tempo limite. Você não tem tempo limite para uma flor de fogo em Super Mario Bros., tem?
Não estamos falando do estilo gráfico, como se 2D fosse superior ao 3D, estamos falando de dois jogos completamente diferentes que levam o mesmo nome. Quando Mario foi convertido para o 3D, e isso vale para muitas outras séries, como Sonic, MegaMan, Castlevania, esqueceu seus valores originais, e o público rejeitou.
É como tentar vender Nescau sabor morango, o público tem uma expectativa sobre aquele nome e espera que ela seja cumprida. Mario 3D dá sabor de morango para quem espera o sabor de chocolate de Mario 2D.
A imagem que mais chama atenção é a da parte inferior esquerda. Nela vemos um Mario pequeno, um Goomba e uma disposição de blocos extremamente familiar, lembrando a da primeira fase de Super Mario Bros., o que não é uma coisa muito boa, estão apelando para nostalgia, a qual não é a resposta. Querer os valores de antigamente não é o mesmo que ser nostálgico.
É possível que o novo sistema de Mario pequeno e Mario grande remova a barra de energia, o que deixa a questão de pra que servem as moedas agora. Podemos ver que não parecem haver paredes nas fases, o que remete a algo no estilo de Super Mario Galaxy ou Super Mario Sunshine, nas fases sem Fludd.
Para quem teve a chance de jogar Super Mario Sunshine, deve lembrar dessas fases e deve saber que sentíamos algo de estranho nelas. Era quase como se aquelas fases fossem o verdadeiro Mario 2D convertido para o 3D, mas ainda não era bem aquilo.
Mesmo que eles tragam a idéia de uma fase para se percorrer do início ao fim com Power-Ups como antigamente, apesar de já ser um grande avanço sobre o estilo de Mario 3D atual, ainda assim não será a verdadeira conversão de Mario 2D e o público tende a continuar rejeitando.
Por que? Estão faltando dois elementos essenciais: Conteúdo e Escolhas.
São objetos aleatórios flutuando criando um percurso de obstáculos. Eles não estão inseridos em um mundo que ofereça conteúdo, como o Reino dos Cogumelos, só há um único objetivo, chegar ao final, e só há uma forma de fazê-lo, sendo que o único obstáculo é a dificuldade. Você não vê caminhos alternativos, só há a opção de seguir em frente.
No artigo sobre segregação mencionei que os jogos antigamente tinham vários objetivos, várias formas de cumprí-los, e é isso que falta em Mario 3D. Olhando para as fotos de Super Mario 3DS, o que vemos? Mais objetos flutuando.
Por fim, a Nintendo soltou o logo do jogo, que possuía um rabinho nele. Isso signifiva o retorno da roupa de Mario Raccoon, a roupa de guaxinim que podia voar em Super Mario Bros. 3 e depois foi trocada pela menos excitante capa de Super Mario World e o razoavelmente interessante boné com asas de Super Mario 64.
O que isso significa realmente? A Nintendo está soltando os jogos de uma fase onde ela está ouvindo o que os consumidores queriam. Pediram remakes de Pokémon Gold & Silver? Eles foram feitos. Pediram um novo Donkey Kong Country? Aí está ele. Querem a volta da roupa de Raccoon pra Mario? Estamos providenciando.
Isso não é bom.
Em "The Innovator's Dilemma", que Satoru Iwata tem como uma inspiração, você se depara com o problema de que você não pode perguntar ao seu consumidor como ele quer ser surpreendido.
Citando o eterno exemplo de Henry Ford: "Se eu perguntasse ao meu cliente o que ele queria, ele diria: um cavalo mais rápido", e a talvez não tão conhecida frase de Samuel Rothapfel: "Dar às pessoas o que elas querem é um erro desastroso. Elas não sabem o que querem... Dê-lhes algo melhor".
Por um tempo a Nintendo fez o que queria, criando jogos "revolucionários", como Donkey Kong: Jungle Beat, agora ela está dando exatamente o que o consumidor está pedindo, como Donkey Kong Country Returns, mas ambas as decisões são erradas (outro dia falo mais sobre Returns).
Super Mario 3DS está fadado a falhar em trazer o público de Mario 2D como de costume, mas será que a Nintendo sabe? Eles precisarão de um New Super Mario Bros. 3DS urgentemente se quiserem se salvar do poço que estão cavando.
Eu estou na dúvida em quanto de vendas apostar. New Super Mario Bros. é um jogo de pelo menos 20 milhões de unidades. Tanto Super Mario 3DS pode ser rejeitado logo de cara e ter vendas de por volta de 8 milhões como Super Mario Galaxy ou ele pode na verdade enganar o novo público que comprou New Super Mario Bros. e vender por volta de 16 milhões.
O perigo seria a Nintendo queimar Mario com esse novo público, que rejeitaria os futuros jogos do personagem, sejam 2D ou 3D.
Obviamente, esse é um jogo que vai dar errado, acho que nem preciso explicar muito. Super Mario 64 DS não ajudou as vendas do Nintendo DS, fazendo ele perder pro PSP, só quando New Super Mario Bros. entrou em cena que as coisas mudaram de figura. É isso que as pessoas querem, Mario 2D, não Mario 3D, porque são jogos diferentes. Para não me alongar demais sobre o tema, vou explicar pela ótica de Sean Malstrom:
Mario 2D tem um design perfeito sobre correr por uma fase tentando chegar ao final dela, tendo várias opções de como fazer isso, como cortando caminho por canos e pegando Power-Ups. Você pode terminar o jogo como Mario pequeno, ou como Fire Mario, a experiência muda, você não é obrigado a nada.
Mario 3D é um jogo sobre pegar estrelas, onde só há um caminho certo e você tem que resolver um quebra-cabeça para fazê-la surgiur ou chegar até ela e Power-Ups só são usados para resolver esses quebra-cabeças, tendo até mesmo tempo limite. Você não tem tempo limite para uma flor de fogo em Super Mario Bros., tem?
Não estamos falando do estilo gráfico, como se 2D fosse superior ao 3D, estamos falando de dois jogos completamente diferentes que levam o mesmo nome. Quando Mario foi convertido para o 3D, e isso vale para muitas outras séries, como Sonic, MegaMan, Castlevania, esqueceu seus valores originais, e o público rejeitou.
É como tentar vender Nescau sabor morango, o público tem uma expectativa sobre aquele nome e espera que ela seja cumprida. Mario 3D dá sabor de morango para quem espera o sabor de chocolate de Mario 2D.
A imagem que mais chama atenção é a da parte inferior esquerda. Nela vemos um Mario pequeno, um Goomba e uma disposição de blocos extremamente familiar, lembrando a da primeira fase de Super Mario Bros., o que não é uma coisa muito boa, estão apelando para nostalgia, a qual não é a resposta. Querer os valores de antigamente não é o mesmo que ser nostálgico.
É possível que o novo sistema de Mario pequeno e Mario grande remova a barra de energia, o que deixa a questão de pra que servem as moedas agora. Podemos ver que não parecem haver paredes nas fases, o que remete a algo no estilo de Super Mario Galaxy ou Super Mario Sunshine, nas fases sem Fludd.
Para quem teve a chance de jogar Super Mario Sunshine, deve lembrar dessas fases e deve saber que sentíamos algo de estranho nelas. Era quase como se aquelas fases fossem o verdadeiro Mario 2D convertido para o 3D, mas ainda não era bem aquilo.
Mesmo que eles tragam a idéia de uma fase para se percorrer do início ao fim com Power-Ups como antigamente, apesar de já ser um grande avanço sobre o estilo de Mario 3D atual, ainda assim não será a verdadeira conversão de Mario 2D e o público tende a continuar rejeitando.
Por que? Estão faltando dois elementos essenciais: Conteúdo e Escolhas.
São objetos aleatórios flutuando criando um percurso de obstáculos. Eles não estão inseridos em um mundo que ofereça conteúdo, como o Reino dos Cogumelos, só há um único objetivo, chegar ao final, e só há uma forma de fazê-lo, sendo que o único obstáculo é a dificuldade. Você não vê caminhos alternativos, só há a opção de seguir em frente.
No artigo sobre segregação mencionei que os jogos antigamente tinham vários objetivos, várias formas de cumprí-los, e é isso que falta em Mario 3D. Olhando para as fotos de Super Mario 3DS, o que vemos? Mais objetos flutuando.
Por fim, a Nintendo soltou o logo do jogo, que possuía um rabinho nele. Isso signifiva o retorno da roupa de Mario Raccoon, a roupa de guaxinim que podia voar em Super Mario Bros. 3 e depois foi trocada pela menos excitante capa de Super Mario World e o razoavelmente interessante boné com asas de Super Mario 64.
O que isso significa realmente? A Nintendo está soltando os jogos de uma fase onde ela está ouvindo o que os consumidores queriam. Pediram remakes de Pokémon Gold & Silver? Eles foram feitos. Pediram um novo Donkey Kong Country? Aí está ele. Querem a volta da roupa de Raccoon pra Mario? Estamos providenciando.
Isso não é bom.
Em "The Innovator's Dilemma", que Satoru Iwata tem como uma inspiração, você se depara com o problema de que você não pode perguntar ao seu consumidor como ele quer ser surpreendido.
Citando o eterno exemplo de Henry Ford: "Se eu perguntasse ao meu cliente o que ele queria, ele diria: um cavalo mais rápido", e a talvez não tão conhecida frase de Samuel Rothapfel: "Dar às pessoas o que elas querem é um erro desastroso. Elas não sabem o que querem... Dê-lhes algo melhor".
Por um tempo a Nintendo fez o que queria, criando jogos "revolucionários", como Donkey Kong: Jungle Beat, agora ela está dando exatamente o que o consumidor está pedindo, como Donkey Kong Country Returns, mas ambas as decisões são erradas (outro dia falo mais sobre Returns).
Super Mario 3DS está fadado a falhar em trazer o público de Mario 2D como de costume, mas será que a Nintendo sabe? Eles precisarão de um New Super Mario Bros. 3DS urgentemente se quiserem se salvar do poço que estão cavando.
Eu estou na dúvida em quanto de vendas apostar. New Super Mario Bros. é um jogo de pelo menos 20 milhões de unidades. Tanto Super Mario 3DS pode ser rejeitado logo de cara e ter vendas de por volta de 8 milhões como Super Mario Galaxy ou ele pode na verdade enganar o novo público que comprou New Super Mario Bros. e vender por volta de 16 milhões.
O perigo seria a Nintendo queimar Mario com esse novo público, que rejeitaria os futuros jogos do personagem, sejam 2D ou 3D.
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terça-feira, 1 de março de 2011
Analisando Ninja Gaiden 3 em 30 segundos
Saiu recentemente o novo trailer de Ninja Gaiden 3, atenção, tem sangue bagarai, e eu sou um fã do Ninja Gaiden 2, mais precisamente de Tomonobu Itagaki, o cara que ressuscitou a série na geração passada.
Ele era um Game Designer maluco e polêmico que vivia assediando mulheres e falando mal dos outros criadores de jogos. E por incrível que pareça, nós não somos parentes.
Acontece que Tomonobu acabou tomando mesmo e saiu da Tecmo e consequentemente do Team Ninja. Agora a minha preocupação é se Ninja Gaiden 3 manteria o legado vivo. O que eu posso dizer por esses 30 segundos? Não.
Há muito pouco a se ver, mas pra quem sabe o que procurar, está tudo contado subliminarmente. O excesso de sangue é o primeiro sinal.
Ninja Gaiden tem muito sangue jorrando, mas ele tem um propósito, fazer o jogador se sentir poderoso. Essa quantidade de sangue porém indica que eles desejam aumentar os níveis de violência, onde quanto mais sangue, melhor. Sangue demais não faz você se sentir mais poderoso, pelo contrário, torna irreal.
O segundo sinal é quando Ryu vai tirar a máscara e surge o subtítulo Unmask. Subtítulos quase sempre indicam que algo vai dar errado, mas vamos pular essa parte.
Ao tirar a máscara do ninja, o que eles estão dizendo? Desenvolvimento de personagem. É amigos, lá vem história em Ninja Gaiden. Não só isso, ao tirarem a máscara do personagem estão se apropriando dele: "Este personagem agora é meu e eu o desenvolverei como quiser", poderia dizer o novo chefe do Team Ninja, Yosuke Hayashi. A última vez que vimos isso foi com Metroid: Other M onde Yoshio Sakamato destruiu Samus Aran se apropriando dela.
Não dá ainda pra dizer que Ninja Gaiden 3 será ruim, apesar dele dar alguns indícios, sobrou gente suficiente no Team Ninja que sabe fazer uma boa jogabilidade, mas dá pra notar que vai estar misturado com muita coisa desagradável e que pode vir a estragar o jogo.
Já dá pra afirmar que será pior que Ninja Gaiden 2 e que a série corre o risco de descer a ladeira.
Ele era um Game Designer maluco e polêmico que vivia assediando mulheres e falando mal dos outros criadores de jogos. E por incrível que pareça, nós não somos parentes.
Acontece que Tomonobu acabou tomando mesmo e saiu da Tecmo e consequentemente do Team Ninja. Agora a minha preocupação é se Ninja Gaiden 3 manteria o legado vivo. O que eu posso dizer por esses 30 segundos? Não.
Há muito pouco a se ver, mas pra quem sabe o que procurar, está tudo contado subliminarmente. O excesso de sangue é o primeiro sinal.
Ninja Gaiden tem muito sangue jorrando, mas ele tem um propósito, fazer o jogador se sentir poderoso. Essa quantidade de sangue porém indica que eles desejam aumentar os níveis de violência, onde quanto mais sangue, melhor. Sangue demais não faz você se sentir mais poderoso, pelo contrário, torna irreal.
O segundo sinal é quando Ryu vai tirar a máscara e surge o subtítulo Unmask. Subtítulos quase sempre indicam que algo vai dar errado, mas vamos pular essa parte.
Ao tirar a máscara do ninja, o que eles estão dizendo? Desenvolvimento de personagem. É amigos, lá vem história em Ninja Gaiden. Não só isso, ao tirarem a máscara do personagem estão se apropriando dele: "Este personagem agora é meu e eu o desenvolverei como quiser", poderia dizer o novo chefe do Team Ninja, Yosuke Hayashi. A última vez que vimos isso foi com Metroid: Other M onde Yoshio Sakamato destruiu Samus Aran se apropriando dela.
Não dá ainda pra dizer que Ninja Gaiden 3 será ruim, apesar dele dar alguns indícios, sobrou gente suficiente no Team Ninja que sabe fazer uma boa jogabilidade, mas dá pra notar que vai estar misturado com muita coisa desagradável e que pode vir a estragar o jogo.
Já dá pra afirmar que será pior que Ninja Gaiden 2 e que a série corre o risco de descer a ladeira.
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